quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

REINALDO-BH- O que vem a ser Marina Silva e a dita Rede?

Não estou alinhado com aqueles que festejaram o impedimento deste grupo existir como partido político. Não me pareceu justo nem politicamente correto. Foi somente uma ação orquestrada no Planalto com receio de Dilma.
Infundado.
A receita saiu melhor para Dilma que o imaginado. Marina é um avatar das selvas vagando como espectro do surrealismo nacional.
A política profissional que vende a imagem de nunca ter sido, sem explicar os últimos 20 anos de sua vida. A dona (ou gerentona?) dos sonhos “verdiáticos” da rede que não balança nem acolhe.
O gesto de adesão a Eduardo Campos, tão festejado, deve ser motivo de aplausos. Do lulopetismo.
Marina sozinha consegue ser mais destrutiva ao PSB que toda a base alugada.
Era previsível. Que cada um – especialmente Eudardo Campos – que descasque o abacaxi plantado na floresta amazônica e exemplo de fruto do que Marina prega.
A mesma Marina que tenta implodir as oposições em São Paulo, RJ e Minas Gerais, em nome de um “Novo modelo” apoia (e exige apoio do PSB) Tião Viana no Acre! Exige que esta mistura de jacaré com cobra d’água que é esta aliança apoie o PT no Acre. E Dilma contra Eduardo.
Quem Marina pensa que engana? Sei, ao Eduardo… Mas este quis e celebrou a entrada do cavalo em Tróia. Que cuide do que vem dentro.
Marina – e a Rede – que expliquem o repúdio a Alckmin ou ao PSDB de Minas e explique o apoio aos irmãos metralhas, digo, Viana. E a defesa – por lá – da candidatura Dilma contra si mesma e a quem a abrigou no momento de absoluto ostracismo garantido em 2014.
Uma política agiria desta forma. Uma humanista, nunca. Uma profissional estaria confortável. Uma defensora de um novo modelo, jamais.
Marina é uma esfinge. Para quem compra a imagem de fragilidade e o discurso errático e desconexo da realidade. A verborragia politicamente correta que a coloca, sempre, à margem daquilo que representa. A escória política do Brasil. Marina é o lixo não reciclável.
Uma pitonisa da desgraça que não apresenta soluções. Uma opositora de inimigos inexistentes e inventados. Uma aderente que saindo do PT ainda não conseguiu fazer com que o PT saia dela. É barro do mesmo chiqueiro.
Marina e Tião Viana. Uma parelha perfeita.
Marina e Eduardo Campos. Uma dupla onde um segura a faca nas costas do outro.
Marina conseguiu detonar uma candidatura de oposição e tenta destruir a outra, impingindo a pecha de “política velha”. Marina é a política antiga. Da traição, do “o meu primeiro”, da vida pessoal dependente das benesses oficiais, dos cargos que ocupou e do uso da imagem (falsa) que a mantém com alguém que valha a pena ser ouvida. Não vale.
Que Marina volta, embalada na rede, para o PT. Para os seus (dela).
E deixe que o povo cansado de profissionais como ela, decida um novo caminho.
Que se houver, certamente escapará de redes.
E de marineiras de última viagem.

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